Bateria cosméticos

Na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 211 de 14 de julho de 2005, a ANVISA define cosméticos como: “preparações constituídas por substâncias naturais ou sintéticas, de uso externo nas diversas partes do corpo humano: pele, sistema capilar, unhas, lábios, órgãos genitais externos, dentes e membranas, mucosas da cavidade oral, com o objetivo exclusivo ou principal de limpá-los, perfumá-los, alterar sua aparência e/ou corrigir odores corporais e/ou protegê-los ou mantê-los em bom estado”.

As indústrias de cosméticos e higiene pessoal brasileiras vêm crescendo muito nos últimos anos e uma das características dessa indústria é a necessidade contínua de pesquisas em toda a cadeia produtiva com a introdução de inovações em suas linhas de produtos.

Uma das preocupações atuais é evitar reações indesejáveis ao se fazer uso de um produto, pois algumas substâncias são consideradas tóxicas em determinadas concentrações. Mas as indústrias argumentam que algumas destas substâncias não são proibidas e que obedecem às normas da ANVISA. Isso porque cosméticos e produtos de higiene pessoal em geral permanecem em contato com a pele por longos períodos de tempo, favorecendo as reações alérgicas e a sensibilização que as numerosas substâncias químicas contidas neles podem causar.

As causas mais comuns de alergia em cosméticos são as fragrâncias e os conservantes.

A Bateria de Teste de Contato para Cosméticos e Higiene Pessoal foi formada a partir da necessidade dos médicos em testar outros produtos que não estavam na Bateria Padrão Brasileira. Foram selecionadas as 10 substâncias que mais significativas nas alergias de contato na pele.

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